Parque Nacional Tyresta

O Parque Nacional Tyresta está integrado numa reserva natural que fica integrada no condado de Estocolmo, distando apenas 20 km da capital sueca. Num total de mais de 19,7 km², este parque é imperdível para os amantes de natureza, apresentando mais de 55 km de trilhos com dificuldade variável que nos levam a percorrer um ambiente simplesmente único.

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O metro de Estocolmo

O metro de Estocolmo (também conhecido como Tunnelbana) é, sem dúvida, algo a visitar numa visita à capital sueca. Não sabem do que estamos a falar? Acham estranho sugerimos uma visita a estações de metro? Sim, sem dúvida! Um projecto que se iniciou em 1950, ano da sua inauguração, reuniu mais de 150 artistas transformaram e deram um toque artístico em várias estações, transformando-as em verdadeiras galerias de arte.

Algo que temos de reter antes de iniciar esta aventura é que dificilmente conseguiremos ver todas as estações, sendo que 90 das 100 estações existentes têm de alguma forma esculturas, pinturas, mosaicos ou outros elementos dignos de uma visita. Posto isto, tivemos de criar uma lista daquelas que, pelas imagens e relatos que fomos vendo online, nos pareciam mais apelativas e imperdíveis para delinearmos um plano para circularmos entre linhas e estações da melhor forma.  A nossa lista ficou assim direcionada a 6 estações (não colocadas por ordem de preferência):

  • T – Centralen;
  • Stadion;
  • Solna Centrum;
  • Tekniska Högskolan;
  • Kungsträdgården;
  • Radhuset.
Mapa Metro
Metro de Estocolmo com as estações referidas, identificadas a amarelo

Claro que existiam mais que gostaríamos que ter visitado, mas tivemos mesmo de optar e, na nossa opinião, foram excelentes opções pois todas nos surpreenderam à sua maneira. Iremos falar de seguida um pouco de cada uma delas.

T- Centralen

Esta que é a estação central de Estocolmo (abriu em 1957) serviu de berço a esta ideia de transformar as estações de metro em galerias de arte. Sendo a central, é também a principal da cidade, onde vários meios de transporte de encontram e onde, diariamente, se cruzam milhares de pessoas nas suas rotinas diárias. Aqui, as paredes foram pintadas de branco, destacando-se imponentes flores e folhas em tons de azul que parecem indicar-nos o caminho por entre o movimento aqui característico. A ideia original do artista, Per Olof Ultvedt, era transmitir uma sensação de paz e tranquilidade através destes motivos, às pessoas que por ali passam diariamente na azáfama do seu dia a dia.


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T-Centralen2

Stadion

Esta estação destaca-se pelas suas cores e pelo arco íris que se estende e decora o tecto num fundo azul. A ideia original para esta decoração, pelos artistas Åke Pallarp e Enno Hallek, foi relembrar as pessoas que não gostam de andar em áreas mais escuras e subterrâneas que o céu está pouco mais acima, numa tentativa de tranquilizar e tornar mais agradável as viagens de metro. Além disso, pretendem também reforçar a importância do desporto, com as cores da diversidade promovida pelos Jogos Olímpicos realizados em Estocolmo em 1912 e dada a proximidade desta estação com o estádio olímpico da cidade. Curiosamente, é também nesta zona que se realiza anualmente a “Festival do Orgulho de Estocolmo”, havendo quem assuma e relacione directamente as cores desta estação a este evento.

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Stadion1

Solna Centrum

Esta estação, aberta deste 1975, encontra-se maioritariamente em tons de vermelho e verde, pretendendo demonstrar copas de árvores com o pôr do sol por trás. Os artistas Karl-Olov Björk e Anders Åberg acabaram por usar a sua arte também como meio político e de sensibilização, numa clara ligação das suas pinturas a problemas da década de 70 na Suécia (e ainda tão actuais globalmente), como o aquecimento global, a desflorestação e o abandono dos meios rurais. A envolvência e os tons fizeram desta uma das nossas preferidas e aconselhamos uma fotografia junto às escadas rolantes, que dão uma perspectiva fantástica.

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Solna1

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Tekniska Högskolan

O nome desta estação significa, em português, Instituto de Tecnologia, relacionando-se claramente com o conceituado KTH Royal Institute of Technology  localizado aqui perto. Esta valeu já vários prémios ao artista Lennart Mörk, estando toda ela relacionada com os avanços e descobertas científicas. Um dos símbolos mais conhecidos nesta estação são os cinco poliedros regulares presentes na plataforma, cada um deles representando um dos cinco elementos de Platão: Terra, Ar, Fogo, Água e Éter. Vários outros elementos dispersos podem ser encontrados, como referencias às leis do movimento de Newton e os projectos das máquinas voadoras de Da Vinci.

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Kungsträdgården

Traduzindo para português, o nome desta estação significa “Jardim do Rei” sendo uma das estações mais famosas e fotografadas na rede de metro de Estocolmo. Esta encontra-se junto a um dos parques públicos mais antigos da cidade agora aberto ao público, mas antes disso (entre os séculos XVII e XIX) era o local do imponente Palácio Makalös que foi incendiado. O que encontramos nesta estação é assim uma tentativa de reviver toda a história que este local carrega, podendo encontrar aqui estátuas/esculturas originais do Palácio e os tons de vermelho, branco e verde fazendo referência aos jardins do palácio aqui outrora existente. Dizem existir aqui também uma fauna inigualável, sendo o único local do norte da Europa onde podemos encontrar a espécie de aranhas Lessertia Dentichelis (que possivelmente terá ido nas máquinas na altura da construção da estação) e de fungos com estruturas de DNA únicas.

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Radhuset

Esta estação fica debaixo do tribunal da cidade e o seu artista Olsson, através de tons de rosa e achados arqueológicos, conferiu-lhe uma envolvência também por si única. As paredes de pedra em bruto acabam por nos transportar para um ambiente que nos parece vulcânico, conferindo-lhe também uma “personalidade” única. Ainda assim, acabámos por achá-la muito semelhante à Solna Centrum.

Radhuset

Como visitar: Como queríamos fazer a visita toda de uma vez, optámos por comprar apenas um bilhete simples de viagem única (cada um). Este tem o custo de 45 SEK (aproximadamente 4,30€), dando liberdade para viajar durante 75 minutos ininterruptos e entre linhas. Atenção que isto só é válido se não sairmos nunca da zona dos pórticos. Para obterem mais informações em relação aos bilhetes e preços disponíveis, visitem o site da companhia que gere os metros de Estocolmo.

Dica extra: Aconselhamos que, caso optem por fazer esta visita, optem por fazê-lo aos fins de semana e fora da horas de ponta. As estações conseguem ser mesmo muito movimentadas, especialmente a T-Centralen. Nós optámos por fazer tudo a um domingo bem cedo (8:00 da manhã) e valeu bem a pena, pois acabámos por ter as estações quase todas por nossa conta.

Norte de Malta e Gozo

Apesar de serem maioritariamente procurados durante o Verão, por causa das praias aí existentes, a nossa visita em Dezembro ao norte de Malta e a Gozo fez-nos encontrar outros pontos de interesse que vão muito além das atrações balneares.

Partimos para o norte de Malta a partir de Valletta de autocarro, aquele que foi o nosso meio de transporte preferido neste país. O primeiro destino era Melliha, uma das vilas mais antigas do país, conhecida pelas baías e praias circundantes. Como dissemos, tendo a viagem sido realizada fora da época balnear, pretendíamos apenas fazer aqui a “base” para partir à descoberta desta zona do país. Encontrámos uma vila repleta de cafés, restaurantes e hotéis, destacando-se na paisagem urbanizada uma imponente Igreja da Natividade da Virgem Maria, do qual os habitantes desta localidade muito se orgulham. Numa praça acolhedora e já adornada pelas luzes de Natal, esta igreja mantém os tons calcários que fomos encontrando em vários pontos de Malta e o seu interior (onde se encontravam crianças a realizar uma peça de Natal) mantém um equilíbrio perfeito entre a simplicidade e os adornos litúrgicos.

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Igreja da Natividade da Virgem Maria 

Apesar de estarmos no Inverno, pouco se notava e as temperaturas estavam até bastante amenas. Apesar de não estar propício para banhos, acabámos por visitar na mesma pela lindíssima Baía de Melliha. Além das suas águas cristalinas, destaca-se porque é a maior praia de areia do país, com 1km de extensão. No Verão, deve ser muito concorrida, mas enquanto a percorremos nesta época do ano conseguimos absorver calmamente a maresia numa caminhada pelo paredão da praia.

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Baía de Melliha

Outro elemento de destaque na paisagem e bem perto desta vila é a Red Tower (também conhecida como Saint Agatha’s Tower ou Torri I-Ahmar). Construída em meados do século XVII, foi construída com uma missão essencialmente de defesa da ilha, dada a sua posição elevada e destaca-sa (como o próprio nome indica) pelos tons vermelhos das suas muralhas. Não chegámos a visitar o seu interior, mas pelo que nos informaram a entrada é gratuita. Para lá chegar, têm de utilizar os autocarros que se deslocam para Ic-Cirkewwa e sair numa das paragens após a baía de Melliha. Depois segue-se uma caminhada de 15 minutos até chegar à Torre.

Aqui perto existe também um local que, para nós, é um local imperdível numa “incursão” pelo norte de Malta: o Popeye Village. Utilizada para as rodagens do filme do Popeye em 1980, foi depois com esforço dos locais mantida e é hoje uma atração turística na região. Além da envolvência das casas à beira mar e das suas cores animadas, a animação constante com figurantes das personagens do filme dão um encanto especial ao espaço. Na nossa opinião, o espaço já necessitava de alguma manutenção, mas ainda assim adorámos a experiência. A entrada custa 11€/pessoa na altura em que fomos (Inverno) aumentando para 15€ no Verão. Para mais informações visitem o site do Popeye Village

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Popeye Village

Visitámos também a Ilha de Gozo, uma ilha também dedicada ao turismo e que dista apenas 5 km da Ilha de Malta. Para lá chegarmos, temos de nos deslocar até ao cais existente em Ic-Cirkewwa, num extremo norte da ilha de Malta. Preparem-se para as filas, pelo que aconselhamos a que tentem ir o mais cedo possível para agilizar a travessia. Esta faz-se de ferry, numa viagem agradável e que dura apenas 20 minutos. Os horários são variados e o bilhete custa apenas 4,65€, pelo que não há mesmo desculpas para não nos deslocarmos até lá.

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Travessia de ferry até Gozo

A chegada a Gozo dá-se na localidade de Mgarr, sendo que nos arredores do terminal encontramos logo paragens de autocarros para vários destinos da ilha ou agências de alugueres de carros. Mais uma vez optámos por nos deslocar de autocarro pela ilha, tentando sempre gerir os horários da melhor forma dado que dedicávamos apenas um dia à ilha, planeando regressar ao final do dia a Melliha.

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Chegada a Mgarr

Seguimos no autocarro 301, que nos levava para a cidade de Victoria (ou Ir-Rabat, sendo sempre referida das duas formas), considerada a “capital” e a única da ilha. Chegados ao único terminal da cidade, encontramos um ambiente extremamente tradicional que fez por momentos lembrar Valletta, com a diferença de termos menos turistas e ser tudo muito mais típico. Por entre ruelas labirínticas fomos avançando em direção a um dos pontos que planeávamos visitar aqui: a Cidadela. Trata-se de uma muralha que se ergue imponente no cimo da cidade, tendo servido como defesa ao longo dos anos contra os vários ataques que foram sendo realizados contra os habitantes desta cidade/ilha. Aquando da nossa visita (em 2015) esta encontrava-se em obras estando estas já concluídas. Ainda assim, valeu a pena a subida pois a vista lá de cima era fantástica, podendo ver os vários cantos da ilha, destacando-se na paisagem a Igreja de S.João Baptista, a maior de Gozo.

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Vista da Cidadela para a Igreja de S. João Baptista

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Outra perspectiva do miradouro da Cidadela

Dentro da Cidadela encontramos ainda a Catedral de Victoria, uma das mais importantes da cidade que infelizmente não conseguimos visitar por se encontrar fechada. Na sua entrada, encontra-se a imagem de João Paulo II, recordando a sua visita a esta catedral em 1990.

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Catedral de Victoria

Outro ponto que visitámos foi a Basilica de S.Jorge , já fora da cidadela mas que se destaca na cidade por ser uma igreja totalmente coberta de mármore. Daqui vale a pena passar também pela famosa praça de S.Jorge, onde as esplanadas convidam a sentar e desfrutar de um café.

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Basílica de S. Jorge

Sendo a visita de um dia em transportes públicos algo curto para explorar os vários pontos de Gozo, tivemos de tomar opções no que visitar e sendo nós amantes de natureza, esta teria de recair na famosa Azure Window. Para isso, voltámos a dirigir-nos ao terminal de autocarros da cidade, seguindo no 311 em direção a Dwejra. Após pouco mais de 15 minutos, saímos na última paragem da rota que nos deixa à beira mar, junto a esta formação de calcário que foi “obra da natureza” ao longo dos anos, confundindo-se com uma janela de calcário de 28 metros de altura que se abre sobre o imenso azul do mar.

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Azure Window

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Actualização: A Azure Window colapsou após uma tempestade em Março de 2017, não sendo já possível admirar esta obra da natureza.

Após esta paragem e absorvermos mais um momento perfeito de comunhão com a natureza, decidimos que estava na hora de regressar a Malta, voltando a Victoria e a Mgarr para apanharmos o ferry de volta a Ic-Cirkewwa.

Deixamos Gozo para trás, numa rota de apenas um dia, que talvez tenha sido pouco para tantos recantos que esta pequena ilha tem para oferecer.

Como chegar: A partir de Valleta, o autocarro a apanhar é o 41, numa viagem de aproximadamente 1h30 que passa em Melliha e termina em Ic-Cirkewwa. Para mais informações consultem o site Malta Public Transport. Como fomos dizendo ao longo do texto, já em Gozo devem apanhar o autocarro 301 para se deslocarem entre Mgarr e Victoria. A partir desta cidade têm ligações a vários pontos da cidade.

Onde ficar: Hotel Solana – No centro de Melliha, este hotel foi uma excelente opção. Moderno, localizado perto das paragens de autocarros e de vários restaurantes, tem ainda um pequeno almoço vasto. Em época baixa foi um verdadeiro achado, tendo custado pouco mais de 30€/noite.

Mdina

Conhecida como a “Cidade Silenciosa” e antiga capital de Malta até ao longínquo ano de 1570, Mdina continua a ser uma cidade muralhada e a manter a sua personalidade ao longo de todos estes anos, com influências fenícias e árabes ainda bem vincadas.

Optámos por partir bem cedo de Valletta para Mdina, optando pelo transporte de autocarro. Após uma viagem de menos de 1 hora, vemos finalmente as muralhas da cidade, numa encosta, com toda a imponência que tínhamos idealizado.

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Muralhas de Mdina

Chegamos a uma praça fora dos limites da muralha, bastante movimentada e turística, funcionando com o terminal de autocarros daquela cidade. O acesso ao interior das muralhas faz-se a pé, sendo o acesso de automóveis apenas permitido a moradores.

À entrada das muralhas deparamo-nos com uma ponte e mais uma enorme porta, aberta e a convidar-nos para explorar o seu interior. Posteriormente soubemos que esta ficou famosa por surgir na famosa série “Game of Thrones”, como a entrada de King’s Landing.

Já no seu interior, encontramos uma cidade também ela em tons calcários como Valletta, que a torna peculiar. Logo depois do portão existe um dos edifícios mais bonitos da cidade, o Palazzo Vilhena, onde funciona hoje o Museu de História Natural de Malta. Não visitámos o museu propriamente, mas vale a pena admirar a sua arquitectura. Em frente a este edifício existe também um posto de turismo, onde existem folhetos com mapas gratuitos da cidade. Mas a cidade é tão pequena que optámos simplesmente por nos perder nas suas ruelas, sem qualquer mapa.

A caminhada pela cidade vale a pena porque toda ela parece um labirinto, numa mistura de luzes em cada ruela, que apesar de parecerem todas iguais, nos davam perspectivas completamente diferentes umas das outras. É por estas ruelas e pelo silêncio aqui sentido que percebemos o porquê de chamarem a esta cidade a “Cidade Silenciosa”. O silêncio é efetivamente uma constante, por vezes interrompido por grupos de turistas ou pelo som dos sinos da catedral. Se isto se sente durante o dia, como será durante a noite, dado viverem menos de 300 pessoas no interior das muralhas…

Chegamos à Praça de S. Paulo, onde se encontra a Catedral de S. Paulo ou Catedral de Mdina que ouvíamos ao longo durante o passeio pelas ruelas da cidade. É um dos edifícios mais imponentes de Mdina e merece também uma visita. Se puderem visitem o seu interior, rico em detalhes e ornamentos que remontam às origens da cidade.

Na ponta oposta da porta da cidade, encontramos o Bastião, uma praça que permite uma vista panorâmica sobre os arredores da cidade até aos limites de Malta, favorecida pela altitude em que esta cidade se encontra. Recomendamos uma paragem aqui, para aproveitar o silêncio e a magnífica vista que nos proporciona.

A visita à cidade pode ser rápida, sendo que se não quisermos visitar todos os museus se consegue fazer em meio dia. O caminho de volta faz-se uma vez mais pelas ruelas, que são definitivamente uma perdição para os amantes de fotografia.

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Como chegar: A partir do exterior de Valletta, perto da Fonte do Tritão, existem os terminais de autocarros. Aconselhamos o 51 ou o 52, que demoram menos de 1hora até Mdina. O bilhete varia os preços, consoante a época do ano e a hora do dia. Durante o dia no Inverno, o bilhete custa 1,50€ e durante o dia no Verão custa 2€. Os bilhetes nocturnos são 3€/pessoa (Todos estes valores são por viagem). Para mais informações visitem o site de Malta Public Transport.

Dicas extra:

  • Nos arredores das muralhas de Mdina, também se consegue chegar a pé à zona de Rabat, conhecida como o berço da cristandade de Malta. Aqui encontramos diversos vestígios da passagem romana, sendo que aqui acabámos por visitar as Catacumbas de S. Paulo (St. Paulo’s Grotto), onde se acredita que S. Paulo se refugiou com os primeiros cristãos da ilha para fugir às perseguições dos romanos (entrada 5€/pessoa).

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Pormenores das ruas de Rabat

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Catacumbas de S. Paulo

  • Rabat é em si maior que a cidadela de Mdina, encontrando-se aqui mais opções de restaurantes e alojamentos, se preferirem pernoitar nesta região.

Valletta

Valletta é a capital de Malta, pequena na sua dimensão mas enorme no charme que apresenta. Dentro das suas muralhas temos uma variedade de edifícios históricos como a Co-Catedral de S. João, perfeitamente acompanhados por edifícios mais modernos como o que nos recebe logo à entrada das portas da cidade, o Edifício do Parlamento de Malta.

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Circuito de 3 dias em Paris

Há muito tempo que ansiávamos com uma viagem a Paris. Cidade romântica por natureza, tem locais imperdíveis e que nos cativaram logo à primeira vista. Ao longo de 3 dias, aproveitando um fim de semana grande com feriado à 6ª feira (5, 6 e 7 de Outubro de 2018), deixámo-nos perder por esta capital europeia repleta de histórias e que nos deixou com uma enorme vontade de regressar para ver tudo o que ainda ficou por ver.

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Roadtrip de 11 dias pela Islândia

Partir em viagem com um circuito pela Ring Road da Islândia era algo há muito desejado, que acabámos por realizar durante 11 dias, entre 30 de Março e 10 de Abril de 2018. O que vos apresentamos de seguida são algumas considerações antes de partir e alguns detalhes diários que possam ajudar quem eventualmente queira partir numa aventura deste género. Esta foi, sem dúvida, uma viagem marcante para nós que aconselhamos vivamente aos amantes de natureza.
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O norte da Islândia

O norte da Islândia, menos povoado e com menor participação nos roteiros turísticos que muitas vezes encontramos, tem recantos maravilhosos que nos deixaram deslumbrados. Penínsulas com vistas inesquecíveis e vida selvagem em todo o seu esplendor, contacto com as antigas tradições islandesas como na quinta de Glaumbær, cidades como Akureyri e Blönduós, o Lago de Mývatn assim como as fantásticas Goðafoss e Detifoss são locais de paragem obrigatória.

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O sul da Islândia

O sul da Islândia é das zonas mais turísticas da ilha, sendo igualmente onde encontramos alguns dos pontos mais conhecidos, cujas fotos são sobejamente conhecidas e nos encantam de cada vez que as vemos. Mas acreditem, por mais fotografias que já tivéssemos visto de locais nesta zona que queríamos conhecer, não estávamos de todo preparados para aquilo que encontrámos ao vivo e a cores. Desde o Círculo Dourado (Golden Circle), passando por cascatas imperdíveis como a Skogafoss e a Seljalandsfoss, praias de areia preta e uma lagoa de icebergues, tudo ligado pela Ring Road (N1) e simplesmente imperdível.
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